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	<title>Eventos infantis | EM DESTAQUE NA CIDADE</title>
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	<description>Informações culturais de Campinas e região</description>
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	<title>Eventos infantis | EM DESTAQUE NA CIDADE</title>
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		<title>Qual o momento ideal para colocar na escola?</title>
		<link>https://www.emdestaquenacidade.com.br/qual-o-momento-ideal-para-colocar-na-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Letícia Zuppi &#124; Em Destaque na Cidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 21:33:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos infantis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, a Lei 12.796/2013 estabelece que as crianças devem ser matriculadas na escola a partir dos quatro anos de idade. No entanto, é bastante comum que pais e mães, especialmente aqueles de &#8220;primeira viagem&#8221;, tenham dúvidas sobre colocar ou não os filhos na escola na chamada &#8220;primeiríssima infância&#8221;, que vai dos zero aos três...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No Brasil, a Lei 12.796/2013 estabelece que as crianças devem ser matriculadas na escola a partir dos quatro anos de idade. No entanto, é bastante comum que pais e mães, especialmente aqueles de &#8220;primeira viagem&#8221;, tenham dúvidas sobre colocar ou não os filhos na escola na chamada &#8220;primeiríssima infância&#8221;, que vai dos zero aos três anos de idade. Apesar de não haver obrigatoriedade de matricular a criança nesses primeiros anos de vida, especialistas afirmam que o ambiente escolar a partir dos dois anos pode trazer inúmeros benefícios para os pequenos.</p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1) Existe uma idade considerada ideal para matricular a criança na escola?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não é uma idade específica que vai definir o momento ideal da criança ir para a escola. &#8220;É preciso, nesse caso, analisar e entender as necessidades individuais de cada criança, considerando sempre a rotina familiar, a rede de apoio, os estímulos oferecidos e a estrutura na qual a criança está inserida no contexto doméstico e familiar. É importante ponderar também que a socialização faz parte do planejamento educacional, considerando que a escola é um ambiente favorável para a ampliação do repertório, desenvolvimento emocional, cognitivo, físico e social&#8221;, explica a coordenadora pedagógica Karina de Oliveira de Braga.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2) Os pais precisam retornar ao trabalho; assim, é seguro enviar um filho tão pequeno para uma escola?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A educadora reforça que a escola é um ambiente seguro, acolhedor e que está sempre pronta para atender às necessidades das crianças e proporcionar o desenvolvimento esperado para cada fase. &#8220;Nesse contexto, é muito importante que os pais considerem que a escolha desse espaço fará toda a diferença na vida da criança e da família. É preciso optar por uma escola que vá de encontro aos valores e às expectativas dos pais. Nesse processo, deve-se observar alguns fatores importantes como receptividade, acolhimento, estrutura, segurança, equipe docente, forma de comunicação entre escola e família, e, acima de tudo, os princípios defendidos pela escola, que devem estar alinhados com os dos pais&#8221;, diz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3) Que sinais devem ser observados na criança para determinar se ela está pronta para ingressar na escola?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Karina explica que, quando se trata do desenvolvimento infantil, é importante observar as necessidades e o comportamento da criança. &#8220;A busca pelo novo, o interesse que ela demonstra em determinadas situações (pontuais ou não), ou então a falta de interesse, o desenvolvimento físico, as habilidades adquiridas ou ainda o temperamento e o uso que a criança faz dos diferentes tipos de linguagens são sinais que precisam ser considerados. É importante observar se a criança, em casa, é estimulada em todos os aspectos sociais e cognitivos, bem como as reações que ela apresenta nas pequenas ações do dia a dia&#8221;, ressalta. Alguns exemplos do que devem ser observados são: se a criança se alimenta com ou sem auxílio, como ela já se comporta em relação às práticas de higiene, se toma a iniciativa para iniciar as brincadeiras, se há potencial de criação e exploração nos momentos livres e capacidade de corresponder ao que é solicitado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4) No caso de pais que optam por enviar para a escola apenas aos quatro anos, existe a possibilidade de o filho chegar à escola em desvantagem em comparação com crianças que frequentam a escola desde bebês?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a coordenadora, a obrigatoriedade, por força de lei, de a criança frequentar uma escola a partir dos quatro anos, se dá devido à importância do estímulo social, emocional e de aprendizagem que as escolas oferecem. &#8220;Toda criança, em algum momento, deve ser exposta a esses estímulos. Aqueles que frequentam a escola antes dos quatro anos certamente vão possuir maiores estímulos, habilidades e maior capacidade de socialização&#8221;, conclui.</p>
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		<title>Casa organizada: confira atividades para crianças</title>
		<link>https://www.emdestaquenacidade.com.br/casa-organizada-confira-atividades-para-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Letícia Zuppi &#124; Em Destaque na Cidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 May 2024 17:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos infantis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem tem crianças sabe que manter a casa organizada é um desafio para muitos pais. Por outro lado, os pequenos, por natureza, têm o dom de absorver tudo o que é ensinado com muita facilidade. O que talvez muitos responsáveis não saibam é que envolvê-las na organização do lar auxilia no desenvolvimento de habilidades importantes,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quem tem crianças sabe que manter a casa organizada é um desafio para muitos pais. Por outro lado, os pequenos, por natureza, têm o dom de absorver tudo o que é ensinado com muita facilidade. O que talvez muitos responsáveis não saibam é que envolvê-las na organização do lar auxilia no desenvolvimento de habilidades importantes, como responsabilidade, autoconfiança e autonomia.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Vanessa Panisson, coordenadora da Educação Infantil e Anos Iniciais do Colégio Positivo &#8211; Joinville, a partir de dois a três anos, os pequenos começam a entender e aprender que os brinquedos que usaram para brincar precisam ser organizados e guardados, e isso pode ser feito por eles mesmos. “Pode-se começar criando rotinas em casa, estabelecendo horários e afazeres que estejam dentro das competências de cada faixa etária da criança, como arrumar a cama, organizar os próprios brinquedos, alimentar o animal de estimação e até lavar a louça do café, aumentando, de forma tranquila, as responsabilidades dela no lar, conforme vai crescendo”, sugere.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a especialista, para criar o hábito de a criança realizar tarefas em casa, o ideal é dar autonomia para executá-las. Por exemplo, deixar que ela escolha onde pode guardar os brinquedos, de forma organizada, para que se sinta parte integrante daquele ambiente. &#8220;Dessa forma, criará na criança a responsabilidade pela organização do próprio quarto, sem muito esforço. Afinal, foi ela mesma quem escolheu onde guardar os objetos naquele espaço”, afirma. “É muito importante também elogiar a criança a cada acerto e tarefa cumprida. Essa será uma recompensa gratificante, além de um grande incentivo para que realize cada dia mais atividades”, ressalta.</p>
<p><strong>Dê liberdade para realizar as tarefas, mas sempre com supervisão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sabe-se que muitos pais se preocupam com a segurança dos filhos com relação aos afazeres domésticos. No entanto, a especialista assegura que, se realizados de maneira equilibrada e com tarefas adequadas para cada faixa etária, não há problema. “Escolha aquelas que não ofereçam riscos. Mas, acima de tudo, auxilie, acompanhe e faça junto; assim, os pequenos poderão aprender mais rápido”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">“Se, por acaso, a criança não completar a tarefa 100%, mesmo assim, elogie: ‘Você consegue mais!’ ‘Você pode fazer melhor!’, e nunca a desencoraje-a”, aconselha. Caso ela sinta medo de cumprir uma determinada tarefa, Vanessa orienta a não pressionar, mas deixar progredir aos poucos, até sentir-se segura. “Assim, ela vai se desenvolvendo e aprendendo também a trabalhar de forma cooperativa”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso dos pré-adolescentes e adolescentes, é comum que possam sentir preguiça ou rejeitar qualquer tipo de auxílio em casa. Porém, mesmo nessas situações, a especialista enfatiza a importância de destacar que um dia eles também serão adultos e precisarão manter a organização, seja em ambientes profissionais ou pessoais. “Sem contar que também poderão transmitir esses princípios para seus filhos no futuro, caso se tornem pais.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Separe uma lista de tarefas diárias</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As crianças, muitas vezes, esquecem o que devem fazer diariamente. Por isso, lembrá-las por meio de um quadro ou deixar anotado em um papel na porta da geladeira, onde possam ver a rotina, tende a facilitar a vida. Caso o pequeno ainda não saiba ler, é importante que os pais reforcem as tarefas diariamente, até que se tornem um hábito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Separe as tarefas por idade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aumente as responsabilidades gradualmente à medida que se tornem rotina, passando para outras. Confira algumas dicas da especialista:</p>
<p style="text-align: justify;">De 2 a 4 anos: podem guardar os brinquedos e aprender a colocar a roupa suja no local correto após o banho ou passeio. Também é importante que aprendam onde ficam seus brinquedos e pertences pessoais, como roupas, calçados e materiais escolares.</p>
<p style="text-align: justify;">De 5 a 7 anos: devem saber organizar o material escolar e aprender onde guardá-lo ao chegar da escola. Também podem aprender a dobrar as próprias roupas.</p>
<p style="text-align: justify;">De 8 a 10 anos: podem arrumar a mesa, a cama, guardar suas roupas no guarda-roupa, ajudar nas compras de supermercados e tirar o pó dos móveis com um pano úmido.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir dos 10 anos: é recomendável que os pré-adolescentes realizem tarefas semelhantes às dos adultos em casa, com cuidado especial na manipulação de produtos de limpeza e objetos cortantes. Lavar a louça, colocar roupas na máquina de lavar, preparar lanches simples, fazer a lista de compras do supermercado e da feira, e organizar as compras são atividades que eles podem desempenhar com facilidade.</p>The post <a href="https://www.emdestaquenacidade.com.br/casa-organizada-confira-atividades-para-criancas/">Casa organizada: confira atividades para crianças</a> first appeared on <a href="https://www.emdestaquenacidade.com.br">Em Destaque na Cidade</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cuidados redobrados com as crianças nas férias</title>
		<link>https://www.emdestaquenacidade.com.br/cuidados-redobrados-com-as-criancas-nas-ferias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Letícia Zuppi &#124; Em Destaque na Cidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Dec 2023 02:10:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos infantis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O período de férias escolares para as crianças que estão em casa faz com que elas se sintam livres para fazer suas atividades preferidas. Correr, pular, dançar e montar brinquedos são algumas das brincadeiras mais comuns entre os pequenos. No entanto, pendurar-se em cortinas, brincar de super-herói, jogar bola ou aventurar-se em áreas consideradas zonas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O período de férias escolares para as crianças que estão em casa faz com que elas se sintam livres para fazer suas atividades preferidas. Correr, pular, dançar e montar brinquedos são algumas das brincadeiras mais comuns entre os pequenos. No entanto, pendurar-se em cortinas, brincar de super-herói, jogar bola ou aventurar-se em áreas consideradas zonas de perigo, tais como banheiro, área de lazer e cozinha, também chamam a atenção delas. É nesse momento que a vigilância dos adultos precisa ser redobrada.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, ocorrem cerca de 200 mil acidentes domésticos envolvendo crianças a cada ano. Durante as férias escolares, as chances de acidentes aumentam 25%, uma vez que os pequenos passam mais tempo em casa. Queimaduras, intoxicação alimentar, quedas, colisões e afogamento estão entre as causas mais comuns de acidentes envolvendo crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os menores, uma das causas mais frequentes desses incidentes é o sufocamento. &#8220;A sufocação representa um risco significativo para crianças pequenas devido à obstrução das vias respiratórias, podendo ser causada por brinquedos, objetos macios ou até mesmo alimentos. A vulnerabilidade delas se deve ao tamanho das vias aéreas superiores, ainda pequenas nessa fase. Elas têm uma inclinação natural para colocar objetos na boca, porém, sem a experiência necessária para mastigar e engolir corretamente. Somado a isso, os dentes ainda em desenvolvimento dificultam a mastigação apropriada dos alimentos&#8221;, explica Andrea Dambroski, médica do Departamento de Saúde Escolar dos colégios do Grupo Positivo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Acidentes de trânsito</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os acidentes de trânsito envolvendo crianças acontecem com mais frequência quando elas estão em algum veículo e, em seguida, quando são pedestres e atropeladas. Esse tipo de acidente é a principal causa de morte de crianças entre 5 e 14 anos. “As crianças são mais vulneráveis a esses acidentes porque seus corpos são frágeis e ainda estão em desenvolvimento, carecendo da força necessária para se levantar sozinhas e reagir rapidamente em situações de risco. Isso significa que as estaturas limitadas as tornam menos visíveis para motoristas, especialmente ao redor de veículos estacionados e fora do campo de visão de motociclistas.</p>
<p style="text-align: justify;">A capacidade visual dos pequenos também é mais restrita em comparação com a dos adultos. A legislação de transporte é clara: até os 10 anos de idade, as crianças devem ser transportadas no banco traseiro do veículo, utilizando o cinto de segurança. E, lembrando que com menos de 7 anos e meio, necessitam de um cinto de retenção adequado à idade, como o bebê-conforto, a cadeirinha ou o assento de elevação. &#8220;Essas medidas são essenciais para garantir a segurança delas durante o deslocamento em veículos&#8221;, esclarece a pediatra.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Medidas de segurança</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As crianças naturalmente estão suscetíveis a maiores riscos que podem comprometer a saúde e, ainda, a vida. Para isso, algumas medidas de segurança são necessárias para evitar danos que podem ser irreversíveis. Caso algo aconteça, é importante manter a calma e acionar o serviço de urgência/emergência (no caso de acidentes mais graves). Até a chegada do médico, podem ser tomadas algumas medidas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Engasgos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No caso de engasgos em crianças maiores, quando a criança não desengasgar sozinha em poucos segundos, pode-se realizar a manobra conhecida como Heimlich, que consiste em abraçar a criança pelas costas, na altura do peito, e fazer pequenas compressões com as mãos. Em bebês, coloque a criança de bruços em cima do seu braço e faça cinco compressões entre as escápulas (no meio das costas). Vire o bebê de barriga para cima em seu braço e efetue mais cinco compressões sobre o esterno (osso que divide o peito ao meio), na altura dos mamilos. Tente visualizar o corpo estranho e retirá-lo da boca delicadamente. Se não conseguir, repita as compressões até a chegada a um serviço de emergência (pronto-socorro ou hospital). Esses procedimentos são válidos somente se a criança estiver consciente. No caso de desmaio, ela deve ser levada ao hospital imediatamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Afogamentos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A criança deve ser retirada imediatamente do local do acidente e deve ser mantida aquecida. Se possível, colocá-la de lado sobre o braço direito pode ajudar a expelir alguma secreção que esteja impedindo a respiração. Caso não haja respiração, as compressões torácicas devem ser priorizadas até a chegada do serviço de emergência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cortes</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Cortes leves devem ser lavados apenas com água e sabão; não deve ser aplicada pomada ou qualquer outra substância antes de passar por uma avaliação médica. Em cortes com sangramento ativo, é importante comprimir a área com gaze ou panos limpos. Caso o corte seja causado por algum material penetrante, não tente removê-lo, pois essa conduta pode resultar em novo sangramento. Nesse caso, procure imediatamente o hospital mais próximo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Intoxicação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não ofereça água, leite ou qualquer outro líquido, e evite provocar o vômito devido ao risco de lesões ou broncoaspiração. O recomendado é buscar ajuda ligando para o serviço de atendimento móvel de urgência ou procurar imediatamente o hospital.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Queimaduras</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não é recomendado aplicar quaisquer substâncias como pasta de dente, pomadas ou café. No caso de bolhas, estas também não devem ser estouradas. A parte queimada pode ser colocada debaixo de água corrente em temperatura ambiente por aproximadamente 20 minutos. &#8220;Se a queimadura for extensa ou envolver lesão mais profunda da pele, é recomendável levar a criança até o serviço de emergência&#8221;, finaliza.</p>The post <a href="https://www.emdestaquenacidade.com.br/cuidados-redobrados-com-as-criancas-nas-ferias/">Cuidados redobrados com as crianças nas férias</a> first appeared on <a href="https://www.emdestaquenacidade.com.br">Em Destaque na Cidade</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Brincar: aprendizado começa antes da escola</title>
		<link>https://www.emdestaquenacidade.com.br/brincar-aprendizado-comeca-antes-da-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Letícia Zuppi &#124; Em Destaque na Cidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Oct 2023 14:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos infantis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre que uma criança está brincando, ela está aprendendo. Não é à toa que o brincar está previsto, inclusive, na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento que rege os conteúdos a serem trabalhados ao longo de toda a vida escolar, seja nas escolas públicas, seja nas privadas. Mas a aprendizagem significativa vai muito além do...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sempre que uma criança está brincando, ela está aprendendo. Não é à toa que o brincar está previsto, inclusive, na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento que rege os conteúdos a serem trabalhados ao longo de toda a vida escolar, seja nas escolas públicas, seja nas privadas. Mas a aprendizagem significativa vai muito além do brincar na escola e precisa ser trabalhada também quando a criança está em casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Curiosidade e encantamento são características comuns às crianças. Por isso, é preciso saber como aproveitar essas características para estimular o protagonismo infantil. Para Alessandra Wsolek, pedagoga e gerente pedagógica da Conquista Solução Educacional, esse é o momento ideal para gerar nas crianças a competência de aprender a aprender. “A aprendizagem significativa promove o desenvolvimento integral da criança e deve considerar seus conhecimentos prévios. A criança não é uma tábula rasa, ela é fruto de um contexto e traz consigo muitos saberes”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">A infância é um momento essencial para o desenvolvimento do ser humano. Esse momento terá consequências na sua vida adulta, em ser um ser curioso, que aprende e se entende como alguém potente ou um ser que procura pouco pelo aprendizado e se entende como uma pessoa limitada. O aprender faz parte da vida e deve ser estimulado desde o nascimento. Não é à toa que, segundo a lei brasileira, todas as crianças devem estar matriculadas no primeiro ano da pré-escola no máximo até os quatro anos de idade. É nessa fase que ela precisa, necessariamente, começar a conviver com outras crianças, desenvolvendo assim habilidades socioemocionais que serão usadas ao longo de toda a vida. Mas o aprender, em si, segundo a especialista, começa muito antes, logo que ela nasce.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Direitos da criança</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Mais que uma formalidade, a aprendizagem adequada à idade é um direito da criança. De acordo com a BNCC, os pequenos têm direito a brincar, explorar, conviver, participar e conhecer-se. Como explica Alessandra, “é no brincar que ela vai levantar hipóteses, conhecer e perguntar sobre o mundo. Quando ela explora, amplia repertórios e conhece diferentes conexões. Expressando, trabalha com múltiplas linguagens, como a arte, o teatro, a dança, a música, a escrita, a matemática e a linguagem corporal”, diz. Para ela, o conviver é importante para ouvir diferentes opiniões, aprender a se frustrar e cooperar, enquanto o participar traz o trabalho com a colaboração, elaboração de ideias, espera e escuta ativa. Por fim, o conhecer-se é voltado ao autoconhecimento e à autoestima.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos esses pontos começam a ser construídos ainda antes da escola, em casa, com os pais ou responsáveis, com a família mais próxima e os conhecidos. “Os princípios dessa sequência são os conhecimentos prévios, levando em consideração a zona de desenvolvimento proximal. Na relação com o outro é que se aprende e, nessas relações, a criança vai fazendo um trabalho em espiral e aprofundando esse conhecimento conforme tem experiências significativas”, detalha a especialista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como estimular o desenvolvimento em casa?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Incentivar o aprender a aprender desde os primeiros anos de vida é uma missão que requer alguns recursos específicos. Em primeiro lugar, é preciso oferecer aos pequenos materiais diversos com os quais eles possam usar a imaginação na hora de brincar. Citando Rubem Alves, Alessandra lembra que é dever do adulto olhar e potencializar “o olhar da criança e a capacidade que ela tem de se assombrar diante do banal”.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, interagir, brincar junto com a criança e envolver-se nas atividades que ela desenvolve em casa é muito importante. Na escola isso deve ser feito seguindo uma estratégia pedagógica planejada pelos professores junto à equipe, mas, em casa, também é possível contribuir com esse trabalho. Os pais ou responsáveis devem possibilitar às crianças momentos de brincar, de estar em contato com a natureza para que elas ampliem seu conhecimento de mundo.</p>The post <a href="https://www.emdestaquenacidade.com.br/brincar-aprendizado-comeca-antes-da-escola/">Brincar: aprendizado começa antes da escola</a> first appeared on <a href="https://www.emdestaquenacidade.com.br">Em Destaque na Cidade</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Diversão off-line: como manter crianças longe das telas</title>
		<link>https://www.emdestaquenacidade.com.br/diversao-off-line-como-manter-criancas-longe-das-telas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Letícia Zuppi &#124; Em Destaque na Cidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Sep 2023 00:55:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos infantis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há algum tempo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e outras instituições mundo afora vêm emitindo alertas a respeito do tempo gasto por crianças e adolescentes em frente às telas de aparelhos eletrônicos. É uma discussão já gasta, mas que parece cada dia mais distante de acabar, visto que o apelo dos meios digitais junto...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Há algum tempo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e outras instituições mundo afora vêm emitindo alertas a respeito do tempo gasto por crianças e adolescentes em frente às telas de aparelhos eletrônicos. É uma discussão já gasta, mas que parece cada dia mais distante de acabar, visto que o apelo dos meios digitais junto a esse público é especialmente difícil de ser combatido. Mas, com um pouco de criatividade, pais e responsáveis podem vencer essa batalha.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das dicas é estimular a realização de atividades físicas, seja dentro de casa ou ao ar livre. De acordo com Alessandra Samaan, gerente de Formação do Sistema Positivo de Ensino, manter os pequenos em movimento é indispensável para combater o sedentarismo e garantir um desenvolvimento adequado em todas as fases da vida. “Estudos recentes demonstram que o tempo gasto em frente às telas é prejudicial à saúde porque ocasiona um excesso de estímulos. Isso vale para os smartphones, a televisão, os tablets e os videogames”, explica. A recomendação da OMS é de que menores de dois anos de idade não tenham acesso a telas em momento algum do dia. Entre os dois e os cinco anos, o tempo máximo deve ser de uma hora por dia e, dos seis aos dez anos, de duas horas por dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Aliadas ao tempo reduzido de exposição aos eletrônicos devem estar, ainda, uma alimentação saudável e adequada à idade, bem como a manutenção de uma boa rotina de sono. “Quando falamos em qualidade do sono, as telas podem ser grandes vilãs, principalmente quando utilizadas à noite. A luz emitida pelos aparelhos atrapalha, nesse sentido, e atrapalha muito no desenvolvimento infantil”, afirma. Combater esse mal pode se tornar mais fácil seguindo algumas dicas que levam em conta as diferentes faixas etárias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Entre dois e três anos de idade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A criatividade precisa ser o fio condutor de toda e qualquer atividade proposta às crianças e adolescentes. Isso porque o desafio é superar o interesse que eles têm nas telas extremamente atraentes dos smartphones e videogames. Uma boa ideia pode ser utilizar caixas de papelão de vários tamanhos para construir cenários de teatro ou circuitos que possam ser percorridos por crianças de dois a três anos de idade. Elas podem até mesmo ajudar na construção desses “brinquedos”, o que já se torna parte da brincadeira. Atividades antigas, como “estátua” e “morto-vivo” também são recomendadas, porque estimulam a movimentação corporal, ajudando a ganhar coordenação motora e equilíbrio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Entre quatro e cinco anos de idade </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Materiais recicláveis são uma excelente fonte de diversão, quando bem utilizados. Uma boa ideia é manter uma caixa com esses materiais disponíveis, além de tinta, massinhas e papéis de diferentes tamanhos e texturas. Assim, os pequenos podem soltar a imaginação e construir bonecos, robôs, carros, entre outros. Propor atividades que envolvam dança, corrida e outros movimentos corporais, como “esconde-esconde” e “pega-pega”, é uma maneira divertida de mantê-los ativos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Entre seis e oito anos de idade </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nessa fase da vida, as crianças começam a ter uma compreensão mais complexa do mundo que as cerca. Por isso, uma boa alternativa pode ser a troca de experiências com os pais, irmãos mais velhos, tios e avós a respeito das brincadeiras que faziam sucesso em outros tempos. Depois do papo, toda a família pode se envolver na reprodução de algumas dessas brincadeiras, o que, além de contribuir para manter as crianças em movimento, ajuda a trazer um momento de diversão em família.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Entre nove e 12 anos de idade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aqui as crianças entram em uma fase que pede ainda mais dedicação dos pais e responsáveis. Afinal, as telas são cada vez mais utilizadas pelos amigos da escola, por exemplo, e qualquer atividade que vá competir com elas precisa chamar a atenção. Treinar coreografias é um exemplo de atividade que coloca o corpo em movimento e pode ser atraente nessa faixa etária. Elástico, corda e jogos com bola, como a queimada ou bobinho, também podem ser incentivados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Depois dos 12 anos de idade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quanto mais velha a criança, mais difícil mantê-la afastada dos aparelhos eletrônicos, que estão ao alcance das mãos não apenas dentro de casa, mas também nas casas dos amigos e até mesmo na escola. Mas, na adolescência, o excesso de telas é especialmente perigoso e está associado ao desenvolvimento de transtornos de ansiedade. Para evitar esse problema, a saída pode ser estimular a descoberta de esportes que funcionem como hobbies, como o skate, a patinação e a bicicleta, entre outros. Participar de treinos de futebol e outros esportes coletivos também é uma forma de conviver com adolescentes da mesma idade e, assim, desenvolver boas habilidades de relacionamento.</p>The post <a href="https://www.emdestaquenacidade.com.br/diversao-off-line-como-manter-criancas-longe-das-telas/">Diversão off-line: como manter crianças longe das telas</a> first appeared on <a href="https://www.emdestaquenacidade.com.br">Em Destaque na Cidade</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Animal de estimação: o que saber antes de ter um</title>
		<link>https://www.emdestaquenacidade.com.br/animal-de-estimacao-o-que-saber-antes-de-ter-um/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Letícia Zuppi &#124; Em Destaque na Cidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jun 2023 02:12:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos infantis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Posso ter um cachorrinho?” Essa é uma daquelas perguntas respondidas diariamente por muitos pais, principalmente pelos que têm filho pequeno. Estima-se cerca de 150 milhões de animais de estimação no país. Os cães são os queridinhos, com 58,1 milhões, seguido das aves canoras, com 41 milhões. Os gatos estão em terceiro lugar, no entanto, são...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">“Posso ter um cachorrinho?” Essa é uma daquelas perguntas respondidas diariamente por muitos pais, principalmente pelos que têm filho pequeno. Estima-se cerca de 150 milhões de animais de estimação no país. Os cães são os queridinhos, com 58,1 milhões, seguido das aves canoras, com 41 milhões. Os gatos estão em terceiro lugar, no entanto, são os animais que apresentaram maior crescimento nos lares nos últimos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a professora Josiane Oliveira, do Colégio Positivo, em Curitiba (PR), entre as crianças, os cães e gatos são os preferidos, mas não são as únicas opções disponíveis. &#8220;Existem chinchilas, pássaros, peixes, coelhos e tartarugas, por exemplo. Por isso, é importante levar em consideração o gosto e o perfil da criança”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ela, os benefícios que o convívio com um animal de estimação trazem são inquestionáveis, porém é importante olhar alguns pontos antes de levar um bichinho para casa. “Inicialmente, é dever dos pais explicar para a criança que o pet não é um brinquedo e, por isso, não deve ser entregue à criança como um ‘presente’ ou ‘objeto’. Isso pode trazer a falsa sensação de que o animal é facilmente descartável ou substituível”, destaca Josiane.</p>
<p style="text-align: justify;">Para fazer uma escolha coerente e que não prejudique a família e o animal, é interessante levar em consideração alguns questionamentos:</p>
<p style="text-align: justify;">Em qual espaço da casa o animal ficará?<br />
Existem pessoas dispostas a cuidar?<br />
Como será a divisão quanto aos cuidados?<br />
Qual é o tempo de vida do animal?<br />
Quais são as necessidades vitais do pet escolhido?<br />
Quem cuidará do animal quando a família for passear ou viajar?<br />
Além disso, explicar para a criança que, assim como os humanos, os animais também têm necessidades. “É necessário que a criança entenda que o animal não chegará à residência para suprir as suas expectativas. Ele pode demorar para se adaptar ou sujar e estragar itens. No entanto, ainda assim, não poderá ser devolvido ou maltratado”, explica a professora.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alimentação, higiene e limpeza</strong><br />
É aconselhável que a família prepare o espaço e faça combinados antes da chegada do animal. “Alimentação, higiene e limpeza do local são pontos importantes, e é papel dos pais explicar, em detalhes, como funcionarão os passeios, às idas ao pet shop e quais são as obrigações de cada um na casa”, conclui.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Benefícios</strong><br />
Ainda que o bicho de estimação mude a rotina da família, o convívio com um animal traz inúmeros benefícios para a vida de uma criança. Entre eles, aprendizados sobre respeito e cuidado com os animais; ensina a aceitar melhor os imprevistos; leva à compreensão que as obrigações mudam com o passar do tempo; e ensina também a dividir comida, carinho e brinquedos.</p>The post <a href="https://www.emdestaquenacidade.com.br/animal-de-estimacao-o-que-saber-antes-de-ter-um/">Animal de estimação: o que saber antes de ter um</a> first appeared on <a href="https://www.emdestaquenacidade.com.br">Em Destaque na Cidade</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Musculação na adolescência: prós e contras</title>
		<link>https://www.emdestaquenacidade.com.br/musculacao-na-adolescencia-pros-e-contras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Letícia Zuppi &#124; Em Destaque na Cidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Mar 2023 02:51:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos infantis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O verão é a época chave para muitas pessoas que buscam criar o hábito da atividade física, até mesmo para adolescentes. No entanto, é preciso lembrar que os adolescentes ainda estão em desenvolvimento e que é necessário acompanhamento e supervisão adequados para garantir uma atividade segura e evitar lesões. Antes de iniciar uma rotina de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O verão é a época chave para muitas pessoas que buscam criar o hábito da atividade física, até mesmo para adolescentes. No entanto, é preciso lembrar que os adolescentes ainda estão em desenvolvimento e que é necessário acompanhamento e supervisão adequados para garantir uma atividade segura e evitar lesões.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de iniciar uma rotina de musculação, é ideal que o adolescente tenha uma avaliação médica para garantir que esteja apto para o exercício. Além disso, é relevante escolher exercícios apropriados para a idade e o nível de desenvolvimento ósseo e muscular. É importante ajustar a intensidade e a quantidade de peso de acordo com a capacidade, e sempre supervisionar o progresso para garantir que está se desenvolvendo de forma segura e saudável.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Zair Cândido de Oliveira Netto, coordenador acadêmico do curso de Educação Física da Universidade Positivo (UP) e responsável técnico da UPX Sports, o fortalecimento muscular aliado à prática esportiva é indicado para faixa etária até 17 anos. “Quando a fase adulta chegar, ele estará com uma musculatura muito mais apta e sucessiva para trabalho de força e com rendimento muito maior, não correndo risco de lesões graves”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">A musculação pode ser uma atividade benéfica para os adolescentes, mas também há algumas possíveis desvantagens a considerar. O coordenador traz alguns prós e contras da musculação durante a adolescência:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prós:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Fortalecimento do corpo</em>: A musculação pode ajudar a aumentar a força e a massa muscular dos adolescentes, o que pode melhorar a postura, equilíbrio e capacidade de realizar atividades físicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Melhora da saúde óssea</em>: A musculação também pode ajudar a aumentar a densidade óssea, o que é importante durante a adolescência, quando o corpo está se desenvolvendo rapidamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Autoestima</em>: A musculação pode ajudar os adolescentes a se sentirem mais confiantes em sua aparência física e em suas habilidades, o que pode melhorar a autoestima.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Redução do estresse</em>: A musculação também pode ser uma ótima maneira de ajudar os adolescentes a lidar com o estresse e a ansiedade, liberando endorfinas que podem melhorar o humor e bem-estar geral.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contras</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Lesões</em>: Se não houver supervisão adequada ou se os adolescentes usarem pesos excessivos, a musculação pode aumentar o risco de danos como lesões nas costas, joelhos e cotovelos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Obsessão por aparência</em>: Alguns adolescentes podem se tornar obcecados por sua aparência física e a musculação acaba se tornando uma obsessão, levando a uma preocupação exagerada com a dieta e o corpo.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Falta de equilíbrio</em>: Se os adolescentes se concentrarem exclusivamente na musculação e não incluírem outras atividades físicas na rotina, isso pode levar a um desequilíbrio no desenvolvimento físico e aumentar a possibilidade de lesões.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Em geral, a musculação pode ser uma atividade benéfica para os adolescentes, mas é importante incentivá-los a adotar uma abordagem equilibrada e incluir outras atividades físicas em sua rotina, além de garantir uma supervisão&#8221;, finaliza o especialista.</p>The post <a href="https://www.emdestaquenacidade.com.br/musculacao-na-adolescencia-pros-e-contras/">Musculação na adolescência: prós e contras</a> first appeared on <a href="https://www.emdestaquenacidade.com.br">Em Destaque na Cidade</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Volta às aulas&#8230;e à rotina!</title>
		<link>https://www.emdestaquenacidade.com.br/volta-as-aulas-e-a-rotina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Letícia Zuppi &#124; Em Destaque na Cidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Feb 2023 01:29:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos infantis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Voltar ao convívio dos amigos depois de quase dois meses de descanso é sempre uma alegria. O início do ano letivo é um marco importante não apenas para os alunos, mas também para os pais e para as escolas. Tudo gira em torno da adaptação ou readaptação, afinal voltar para o dia a dia requer...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Voltar ao convívio dos amigos depois de quase dois meses de descanso é sempre uma alegria. O início do ano letivo é um marco importante não apenas para os alunos, mas também para os pais e para as escolas. Tudo gira em torno da adaptação ou readaptação, afinal voltar para o dia a dia requer disciplina para estabelecer a nova, porém conhecida rotina.</p>
<p style="text-align: justify;">Na casa da Lígia Nunes, onde moram 4 crianças, esse processo começa pelo menos dez dias antes do início das aulas e todos os filhos já sabem que certos hábitos das férias vão ficar para trás. “A nossa rotina ao longo do ano é muito organizada. As crianças dormem por volta de oito e meia da noite, mas nas férias tudo muda. Então, cerca de dez dias antes da vida voltar ao normal, eles já sabem que o horário de dormir vai ser diferente. Todo mundo na cama até nove e meia da noite”, conta a mãe da Isabela e dos trigêmeos Alice, Felipe e Henrique. Lígia explica que as decisões dos pais são discutidas com os filhos, para que eles entendam o objetivo da mudança, evitando as famosas discussões. Estratégias como essa costumam resultar em conquistas importantes, como explica a psicóloga Marina Biselli. “Toda criança precisa de previsibilidade para se sentir segura e parte da família. Quando ela sabe o que vai acontecer e entende o porquê, consequentemente ela desenvolve um senso de responsabilidade que vai aumentando ano após ano”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">Envolver a criança nos preparativos para a retomada da rotina é um exercício importante que deve ser estimulado pela família e vai desde estabelecer horários para dormir e acordar, até separar o material que deve ser usado na escola durante o ano. O importante é despertar nas crianças a vontade de voltar para a escola, rever os amigos e compartilhar as experiências das férias. Para Tatiana Ferreira, coordenadora pedagógica da Educação Infantil e do Fundamental I no Colégio RDS Swiss, “essa é uma construção de hábitos necessários para que as crianças se desenvolvam com autonomia e criticidade”. Ainda segundo a coordenadora, é uma oportunidade de trabalhar na prática valores como empreendedorismo e sustentabilidade, uma vez que os pais têm a possibilidade de ensinar os filhos a reaproveitar os materiais do ano anterior, sem desperdiçar o que ainda pode ser utilizado.</p>
<p style="text-align: justify;">A dinâmica na casa da Lígia segue essa linha. Todo material do ano anterior passa por uma análise rigorosa. O que ainda pode ser aproveitado ganha um novo visual e o que precisa ser comprado é adquirido depois de pesquisas de preço e até mesmo conversas entre amigos e vizinhos. “Precisamos incentivar os nossos filhos desde pequenos a evitarem gastos desnecessários, reforçando a importância do reaproveitar”, explica a mãe das quatro crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">A readaptação ao ano letivo é necessária para que pais e filhos estabeleçam uma rotina produtiva ao longo do ano, com consciência e colaboração de ambos os lados. O incentivo da família é o que move a criança e, segundo Tatiana Ferreira, é o que reforça a parceria com a escola. Sendo assim, a coordenadora pedagógica compartilha 5 dicas importantes para a volta às aulas:</p>
<p style="text-align: justify;">1-) Estabeleça os novos horários de dormir e acordar</p>
<p style="text-align: justify;">2-) Reforce a rotina de alimentação saudável</p>
<p style="text-align: justify;">3-) Envolva a criança na reciclagem do material escolar</p>
<p style="text-align: justify;">4-) Estimule a criança a organizar mochila e lancheira</p>
<p style="text-align: justify;">5-) Incentive a criança a compartilhar os melhores momentos das férias com os amigos</p>The post <a href="https://www.emdestaquenacidade.com.br/volta-as-aulas-e-a-rotina/">Volta às aulas…e à rotina!</a> first appeared on <a href="https://www.emdestaquenacidade.com.br">Em Destaque na Cidade</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Férias: saiba como prevenir acidentes com crianças</title>
		<link>https://www.emdestaquenacidade.com.br/ferias-saiba-como-prevenir-acidentes-com-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Letícia Zuppi &#124; Em Destaque na Cidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Dec 2022 00:05:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos infantis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O período de férias escolares para as crianças que estão em casa faz com que elas se sintam livres para fazer o que quiserem. Pular, dançar, correr, montar e desmontar brinquedos. Mas também se pendurar em móveis, se aventurar pela cozinha, área de serviço, banheiro&#8230; E é aí que moram os perigos. De acordo com...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O período de férias escolares para as crianças que estão em casa faz com que elas se sintam livres para fazer o que quiserem. Pular, dançar, correr, montar e desmontar brinquedos. Mas também se pendurar em móveis, se aventurar pela cozinha, área de serviço, banheiro&#8230; E é aí que moram os perigos.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, por ano, ocorrem cerca de 200 mil acidentes domésticos envolvendo crianças. E, nas férias escolares, as chances delas se acidentarem aumentam 25%, uma vez que os pequenos permanecem mais tempo em casa. Quedas, queimaduras, intoxicação com produtos de limpeza, aspiração de corpos estranhos e afogamentos são os acidentes mais comuns.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as crianças pequenas, uma das causas mais frequentes desses incidentes é o sufocamento. “Isso acontece quando ocorre a obstrução das vias respiratórias. Seja por brinquedos, objetos macios ou até mesmo com algum alimento ou suco gástrico”, afirma Andrea Dambroski, médica do Departamento de Saúde Escolar dos colégios do Grupo Positivo. “As crianças menores são particularmente mais vulneráveis à sufocação porque as vias aéreas superiores &#8211; boca, garganta, esôfago e traqueia &#8211; são pequenas. E, nessa fase, elas têm a tendência natural de colocar objetos na boca, mas sem ter experiência para mastigar e engolir. Além do que, os dentinhos são menores que os dos adultos, o que dificulta a mastigação apropriada dos alimentos”, exemplifica. Isso sem contar que a falta de habilidade de levantar a cabecinha ou se livrar de lugares apertados coloca-as em grande risco.</p>
<p style="text-align: justify;">Até os 4 anos de idade, as crianças ainda não têm força suficiente para se levantar sozinha e capacidade de reagir rapidamente em uma situação de risco. “Por isso, em caso de queda ou desequilíbrio, elas podem se afogar até mesmo em recipientes pequenos com apenas dois centímetros e meio de água”, esclarece.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Acidentes de trânsito também são preocupação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os acidentes de trânsito envolvendo crianças ocorrem com mais frequência quando elas estão dentro de algum veículo; e, em seguida, quando são pedestres e atropeladas. Esse tipo de acidente é a principal causa de morte de crianças entre 5 e 14 anos. “As crianças são mais vulneráveis a esses acidentes porque seus corpos são frágeis, ainda em desenvolvimento. A pequena estatura as impede, muitas vezes, de enxergarem por cima de veículos estacionados. E também ficam fora do campo de visão da maioria dos motociclistas”, afirma. “Além disso, a criança tem uma capacidade visual mais estreita do que a dos adultos e, muitas vezes, não consegue ver um carro se aproximando, por exemplo”, alerta a especialista.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante ressaltar que, de acordo com a legislação brasileira, até os 10 anos de idade as crianças devem ser transportadas no banco traseiro do veículo, usando o cinto de segurança. “Lembrando que, aquelas com menos de 7 anos e meio de idade precisam usar o cinto de retenção como, por exemplo, o bebê-conforto, a cadeirinha, ou mesmo o assento de elevação”, esclarece.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Medidas de segurança</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os acidentes domésticos estão entre as principais causas de morbidade e mortalidade tanto na infância quanto na adolescência. Por isso, algumas medidas de segurança podem ser adotadas em todas as faixas etárias:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Proteja todas as tomadas e interruptores para evitar choques e queimaduras.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Na cozinha, utilize, de preferência, as bocas de trás do fogão e não deixe os cabos de panela para fora.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Instale travas de segurança em gavetas e armários.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Se tiver persianas com cordas nas janelas, instale uma trava de segurança nos cordões.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Não deixe nenhum objeto pendurado ou com fio para fora para evitar que a criança puxe e derrube o objeto em cima dela.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Mantenha o balde ou a bacia com água ou produto de limpeza longe do alcance das crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Coloque os medicamentos e produtos de limpeza em frascos identificados, em armários fechados e inacessíveis para os pequenos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Faça uso de telas ou grades em janelas e vãos que estejam desprotegidos, como laterais de escadas. E não deixe a criança sem a presença de um adulto em hipótese alguma.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Crianças brincando na água, seja na praia ou na piscina, precisam de um adulto supervisionando de forma ativa e constante. “Lembrando que o colete salva-vidas é o equipamento mais seguro para evitar afogamento porque os outros são brinquedos infláveis”, esclarece. “Eles passam uma falsa sensação de segurança, mas podem estourar ou virar a qualquer momento”, avisa a especialista.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Nunca deixe a criança com o uso de dispositivo de retenção, como bebê-conforto ou cadeirinha, perto da água, pois elas podem cair ou serem lançadas sem querer por outra criança.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; É fundamental supervisionar a alimentação das crianças mais novas, evitando alimentos muito pequenos, redondos e/ou muito duros para que não se engasguem. “Dessa forma, conseguimos garantir que elas aproveitem as férias com bastante segurança”, finaliza.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.emdestaquenacidade.com.br/ferias-saiba-como-prevenir-acidentes-com-criancas/">Férias: saiba como prevenir acidentes com crianças</a> first appeared on <a href="https://www.emdestaquenacidade.com.br">Em Destaque na Cidade</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Oratória: mais fácil se desenvolvida na infância</title>
		<link>https://www.emdestaquenacidade.com.br/oratoria-fica-mais-facil-se-desenvolvida-ainda-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Letícia Zuppi &#124; Em Destaque na Cidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2022 19:07:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos infantis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saber falar em público e ser articulado para debater e argumentar sobre diferentes assuntos são habilidades importantes para a interação social e uma das mais exigidas no mundo do trabalho. Desenvolver o pensamento crítico e, principalmente, a autoconfiança em expressar opinião é um processo que deve ser iniciado cada vez mais cedo, defendem os educadores....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Saber falar em público e ser articulado para debater e argumentar sobre diferentes assuntos são habilidades importantes para a interação social e uma das mais exigidas no mundo do trabalho. Desenvolver o pensamento crítico e, principalmente, a autoconfiança em expressar opinião é um processo que deve ser iniciado cada vez mais cedo, defendem os educadores. Nos Estados Unidos, por exemplo, há o incentivo à oratória em crianças, seja por meio de alguma disciplina na escola, ou dos tradicionais concursos de oratória, ou, ainda, de discursos em celebrações familiares.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Danielle Bartelli Vicentini, professora de Língua Portuguesa do Colégio Positivo, a cultura do Brasil e, de modo geral, de países menos desenvolvidos, não propicia o desenvolvimento da oratória desde cedo. “Por aqui, ainda há certo tabu sobre o tema, porque acredita-se que pessoas tímidas não podem ser boas oradoras, e que não se aprende a ser bom comunicador, apenas se ‘nasce’ sabendo. Mas a verdade é que quanto antes a oratória for ensinada e aprendida, mais benefícios vai trazer para nossas crianças agora e no futuro profissional”, pontua.</p>
<p style="text-align: justify;">A gerente do Centro de Inovação Pedagógica, Pesquisa e Desenvolvimento (CIPP) do Colégio Positivo, Maria Fernanda Suss, concorda com Danielle e destaca que a oratória fará parte da vida profissional independentemente da área escolhida. “Trabalhar esse aspecto desde a infância permitirá destravar e desenvolver essa habilidade. Nas escolas, essa prática está presente em sala de aula nas apresentações de trabalho e dinâmicas do dia a dia de interação entre professores e alunos. Porém, vai além, passando pela interação entre as crianças, que têm mais confiança em expor a sua opinião, até encontrar com mais facilidade solução para possíveis problemas”, comenta.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Danielle, um dos maiores empecilhos de se sair bem em uma discussão ou debate é o nervosismo e despreparo em relação ao assunto que está sendo tratado, aliado à postura. “A comunicação oral é pré-requisito em praticamente todos os ramos do conhecimento humano. Quando se fala em oratória, mais do que conhecer e se aprofundar no assunto a ser transmitido (linguagem verbal), é preciso que o aluno saiba utilizar a seu favor outros meios de comunicação (linguagem não verbal), tal como a expressão corporal. Em suma, o sucesso da comunicação não está apenas naquilo que se diz, mas como se diz”, reitera.</p>
<p style="text-align: justify;">Para se sair bem em discussões, debates, apresentações de trabalhos ou qualquer outra ação que precise ser feita em público, conseguindo expor o ponto de vista de forma que as outras pessoas entendam, a professora Danielle repassa algumas dicas importantes:</p>
<p style="text-align: justify;">-Analise o público para o qual você está falando.<br />
-Empregue a linguagem adequada, e cuide do vício de linguagem.<br />
-Faça um esboço, mesmo que mentalmente, sobre o assunto, com começo, meio e fim. Por isso a importância de saber fazer resumos.<br />
-Estude o assunto, pesquisa e fundamentação, para não se contradizer ou passar vergonha por conta de um conhecimento superficial sobre o tema.<br />
-Leia e assista noticiários para ficar por dentro dos acontecimentos, evitando assim a alienação e propagação de fake news.<br />
-Cuide da postura, emissão de voz, pronúncia e articulação das palavras para ter clareza na explanação.<br />
-Trabalhe a linguagem corporal. Ela demonstra segurança e desenvoltura do orador. Técnicas teatrais podem ajudar.<br />
-Seja ético, sem plágio.<br />
-Tenha em mente que há limites para a liberdade de expressão.<br />
-Saiba ouvir, pois um bom ouvinte tem maior capacidade argumentativa, que é a base de uma boa comunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pais também podem contribuir para melhorar a capacidade de comunicação e oratória dos filhos, desde cedo. Confira algumas sugestões:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">-Incentive a leitura de jornais, revistas e sites.<br />
-Crie momentos para debate de temas diversos entre a família.<br />
-Faça jogos de mímicas e trava línguas.<br />
-Aproveite momentos juntos como almoço, jantar e finais de semana para conversar sobre assuntos variados, a fim de despertar o interesse e a curiosidade dos adolescentes. Sempre procurando saber o que pensam sobre o assunto.<br />
-Incentive a fazer curso de teatro, que auxilia na linguagem corporal, desenvoltura e segurança, por exemplo ou, ainda, monte e incentive a criação de peças de teatros em casa.<br />
-Ensine sobre a hora de ouvir e argumentar, respeitando sempre a opinião do outro, mesmo que contrária à sua.</p>The post <a href="https://www.emdestaquenacidade.com.br/oratoria-fica-mais-facil-se-desenvolvida-ainda-na-infancia/">Oratória: mais fácil se desenvolvida na infância</a> first appeared on <a href="https://www.emdestaquenacidade.com.br">Em Destaque na Cidade</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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